11.11.11 às 11.11
Estou comendo e sozinho como de costume, esse horário me representa a morte, estou aqui vendo meu violão em um canto e o meu celular em outro, o computador ligado mostrando a imagem de perfil um lindo panda, meu coração paralisado, o entusiasmo pulsa cada vez mais rápido nas veias dominas por uma ardência fora do normal, porém estou bem, estou sozinho, de qualquer forma não existe ninguém com quem eu queira estar, afinal a solidão alimenta meus temores, me faz respeitar a natureza de outras pessoas, mas elas não respeitam a minha. Eu mudei tanto, eu nem me encontro nos lugares de costume, eu me perdi dentro de minhas próprias teorias, tentando decifrar o sentido da vida, perguntas demais podem ser enfatizadoras, e quem disse que o fato me pertence? Aceitar as coisas como são é um dom que eu não possuo, a única resposta que aceitei da vida foi a solidão, nem um pouco confortante, mas quieta e paciente com minhas decisões, afinal estou sozinho.
Dwanley.
Estou comendo e sozinho como de costume, esse horário me representa a morte, estou aqui vendo meu violão em um canto e o meu celular em outro, o computador ligado mostrando a imagem de perfil um lindo panda, meu coração paralisado, o entusiasmo pulsa cada vez mais rápido nas veias dominas por uma ardência fora do normal, porém estou bem, estou sozinho, de qualquer forma não existe ninguém com quem eu queira estar, afinal a solidão alimenta meus temores, me faz respeitar a natureza de outras pessoas, mas elas não respeitam a minha. Eu mudei tanto, eu nem me encontro nos lugares de costume, eu me perdi dentro de minhas próprias teorias, tentando decifrar o sentido da vida, perguntas demais podem ser enfatizadoras, e quem disse que o fato me pertence? Aceitar as coisas como são é um dom que eu não possuo, a única resposta que aceitei da vida foi a solidão, nem um pouco confortante, mas quieta e paciente com minhas decisões, afinal estou sozinho.
Dwanley.
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